Tributo a John Lennon

O génio criativo dos Beatles, aquele cuja compreensão do mundo fugia à regra, aquele que se orgulhava da sua independência intelectual, aquele que nos mostrou o coração e a alma em albums intimistas e universalizou um sentimento com uma música, uma das figuras mais marcantes do século XX, fez há dias 70 anos.

Para nós que ouvimos diariamente a música que fez, que ficamos fascinados com a contemporaneidade do seu discurso em entrevistas, e da honestidade intelectual com que sempre sublinhou todas as suas obras, é estranho associar-lhe uma idade. Ele é intemporal na significância das suas palavras mas ao mesmo tempo, figura máxima de uma época.

Que a genuinidade e a honestidade da pessoa que foi seja a marca definidora da sua passagem, e que a sua música seja veículo dessas qualidades. Que nunca se esqueça aquele que não é um mártir, não é um Deus, não é um Beatle – era um homem simples com desejos sinceros, que nunca traiu a sua personalidade e crenças e que pela força dessa coerência influenciou milhões de pessoas. E a mim também.

Obrigado John. Por teres, simplesmente, sido.

A melhor versão da que, para mim, é a sua música mais bela:

Love, de John Lennon & Plastic Ono Band

Yer Blues, dos Beatles, tocada na companhia de Eric Clapton, Keith Richards e Mitch Mitchell.

~ por forthestarsthatshine em Outubro 16, 2010.

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